O trabalho administrativo da clínica, tratado.
Marcações, respostas e faturação — sem ninguém andar atrás disso.
A receção nunca pára
Numa clínica, metade do dia da receção não é com pacientes — é com o telemóvel. Marcar, desmarcar, remarcar. Confirmar a consulta de amanhã. Responder pela terceira vez esta semana à mesma pergunta: se há vaga na sexta, o que trazer, quanto fica a primeira consulta. Cada pedido é pequeno; somados, comem a manhã inteira.
O caro não é o telefonema. É a vaga que ficou por preencher porque ninguém confirmou a tempo, o paciente que faltou sem avisar porque ninguém o lembrou, e a pessoa da receção a atender chamadas com outro paciente à frente à espera de ser atendido. Trabalho administrativo a mais é atenção a menos para quem está à porta.
Uma simulação sobre dados fictícios: chega um pedido de marcação por WhatsApp para sexta de manhã. O sistema vê a agenda e encontra duas vagas na sexta de manhã, por isso o pedido é mesmo ambíguo. Em vez de adivinhar e arriscar a hora errada, faz uma única pergunta estruturada: sexta às 09:00 ou às 11:00? O humano escolhe as 09:00 e a marcação fica feita — sexta 09:00, João Marques, confirmado — com uma resposta enviada. No fim: uma marcação feita a partir de uma consulta à agenda e uma pergunta, sem adivinhar errado.
O que se automatiza, e como
Não se automatiza a clínica toda de uma vez — escolhe-se o que se repete e o que dói. É o que o Diagnóstico faz: acompanho um dia normal da receção, vejo onde é que o tempo se perde, e devolvo-te uma lista ordenada do que vale a pena tratar primeiro — e do que é melhor deixar como está. Depois, o projeto automatiza uma coisa de cada vez: a marcação que pergunta antes de agir, o lembrete que corta as faltas, a resposta às perguntas de sempre. E o Care mantém isso a funcionar, sem precisares de ninguém em casa a tomar conta.
Nada aqui responde a um paciente a fingir ser uma pessoa, nem marca por adivinhação. A simulação aqui em cima corre sobre dados fictícios; a versão real liga-se ao WhatsApp e à agenda que já usas. Trata do trabalho chato e devolve-te as consultas em cima da mesa, não o telefone. Marca a chamada gratuita de 20 minutos: se não houver aqui nada que valha a pena automatizar, digo-to na chamada e poupamos os dois.
O próximo passo
Marca a chamada gratuita.
Vinte a trinta minutos, sem custo — uma chamada, não uma «discovery call». Vemos se fazemos sentido, confirmamos que existe trabalho repetitivo a sério, e ficas a saber exatamente ao que vais. Se não houver nada que valha a pena automatizar, digo-te logo na chamada — e poupamos ambos tempo e dinheiro.
Quem atende é quem constrói — não é um comercial, não é um chatbot.