O Moloni que já usas, sem tarefas repetidas à mão.
O sistema fala com o Moloni. Tu continuas a faturar lá.
A fatura que alguém volta a digitar
A fatura já existe antes de existir no Moloni. Está na encomenda que chegou por email, na folha do comercial, numa linha de outro programa. Depois alguém abre o Moloni e escreve tudo outra vez: o cliente, os artigos, as quantidades, o IVA. Dados já escritos, escritos de novo dentro de um formulário.
O caro não é a meia hora. É a meia hora multiplicada por cada fatura, todos os dias. É a fatura que sai tarde porque a semana encheu. E é o dígito trocado que passou de uma janela para a outra e só aparece quando o cliente reclama. Voltar a escrever à mão o que já está escrito é um imposto que pagas em cada venda.
O Moloni continua a ser o teu
O Moloni não se troca por nada. Continua a ser onde faturas, onde está o teu histórico, onde o teu contabilista vai buscar tudo. O que muda é o trabalho à volta. Um sistema de AI lê os dados de onde já estão (a encomenda, o email, o formulário) e cria a fatura no teu Moloni, no teu template, pronta a rever. E lê o estado de volta para o seguimento: o que está pago, o que falta cobrar.
Não te tira o programa das mãos nem exporta nada para lado nenhum. Fala com o Moloni que já usas através da API que o próprio Moloni disponibiliza, a mesma porta que está aberta a quem a quiser usar. O que dá para automatizar confirma-se primeiro no Diagnóstico, antes de se orçamentar seja o que for. Marca a chamada gratuita de 20 minutos e vemos se há aqui trabalho manual que valha a pena tirar-te das mãos.
O próximo passo
Marca a chamada gratuita.
Vinte a trinta minutos, sem custo. Uma chamada, não uma «discovery call». Vemos se fazemos sentido, confirmamos que existe trabalho repetitivo a sério, e ficas a saber exatamente ao que vais. Se não houver nada que valha a pena automatizar, digo-to logo na chamada e poupamos os dois.
Quem atende é quem faz o trabalho. Não é um comercial nem um chatbot.