Para de reescrever o mesmo orçamento.
Um brief em bruto entra; um orçamento pronto a enviar sai, no teu template.
O mesmo texto, outra vez
Chega um pedido. Abres a última proposta parecida, apagas o nome do cliente anterior, trocas os números, reescreves o âmbito para o trabalho que tens à frente. Meia hora depois tens um orçamento que já escreveste — em versões ligeiramente diferentes — umas quantas dezenas de vezes este ano.
O caro não é a meia hora. É o orçamento que fica por enviar até quarta porque a semana encheu, e o cliente que entretanto já pediu a outros dois. Um orçamento que chega tarde perde tantos trabalhos como um orçamento que chega caro.
Uma simulação sobre dados fictícios: chega um brief de uma linha em bruto — um sistema de marcações com lembretes por SMS para três clínicas. O sistema põe à vista um plano a sério — ler o brief, procurar trabalhos parecidos, orçar cada linha, rever a proposta — e cumpre-o em ciclo. O Avaliar lê o brief; o Executar procura trabalhos anteriores (três parecidos, a 6.500, 5.800 e 7.200 EUR), aplica a margem da casa e orça as linhas de que tem a certeza — sistema de marcações 4.200, lembretes SMS 1.800. Depois o Rever apanha uma linha que não bate com nenhum trabalho anterior — sincronizar a agenda atual — e manda o passo do orçamento para trás: essa tarefa reabre-se, a máquina faz uma pergunta (incluir no valor ou orçamentar à parte?) e, com a resposta, orça a linha a 900 e volta a fechar o passo. O Rever passa e aterra uma proposta de 6.900 EUR, pronta no teu próprio template. No fim: o plano todo feito, um passo visivelmente reaberto e recuperado, e uma proposta orçamentada produzida.
O que o substitui
Um sistema agêntico que pega no brief em bruto — as tais linhas atabalhoadas — e devolve um âmbito arrumado e um orçamento com preço, no teu template. Procura trabalhos parecidos que já fizeste, aplica a tua margem, orça linha a linha. Quando encontra uma linha que não bate com nada, não inventa um número: pergunta-te, e só depois fecha.
Não é um chat que te escreve um plano bonito para orçamentares — é um sistema que orça. A simulação corre sobre dados fictícios; a versão real corre sobre os teus trabalhos e o teu template. Marca a chamada de 20 minutos e mostro-te onde é que isto encaixa no que já fazes.
O próximo passo
Marca a chamada gratuita.
Vinte a trinta minutos, sem custo — uma chamada, não uma «discovery call». Vemos se fazemos sentido, confirmamos que existe trabalho repetitivo a sério, e ficas a saber exatamente ao que vais. Se não houver nada que valha a pena automatizar, digo-te logo na chamada — e poupamos ambos tempo e dinheiro.
Quem atende é quem constrói — não é um comercial, não é um chatbot.