O Primavera que já usas, sem tarefas repetidas à mão.

O sistema fala com o Primavera; tu continuas a usá-lo.

O ERP não se digita sozinho

O Primavera guarda tudo — encomendas, faturas, stock, movimentos. Só que boa parte desses dados chega primeiro noutro lado: um pedido por email, uma folha do comercial, uma linha de outro programa. E alguém tem de os voltar a escrever dentro do Primavera, campo a campo, como se ainda não existissem.

O caro é essa digitação multiplicada por uma operação que cresce. É o ciclo de exportar para uma folha só para reconciliar à mão. É o prazo que aperta e o dígito trocado que só aparece tarde. Quanto maior a casa, mais cara sai a cópia manual — precisamente quando menos tempo há para a fazer.

Alimenta o Primavera, sem o trocar

O Primavera não sai do sítio — é o teu ERP, é onde está a operação, e não é isso que eu troco. O que ligo é o resto. Um sistema de AI lê o que já lá está e escreve o que falta a partir da fonte — o email, a folha, o outro programa — para que ninguém volte a digitar o que já existe. E puxa os números de volta para as tarefas que hoje se fazem à mão à roda dele.

Não substituo o ERP nem te empurro outro. O Primavera continua a ser o teu; o que trato é o trabalho manual que anda à volta, através daquilo que o próprio Primavera deixa ligar por fora. O que dá para automatizar confirma-se primeiro no Diagnóstico, antes de qualquer orçamento. Marca a chamada gratuita de 20 minutos e vemos onde é que isto encaixa no que já fazes.

O próximo passo

Marca a chamada gratuita.

Vinte a trinta minutos, sem custo — uma chamada, não uma «discovery call». Vemos se fazemos sentido, confirmamos que existe trabalho repetitivo a sério, e ficas a saber exatamente ao que vais. Se não houver nada que valha a pena automatizar, digo-te logo na chamada — e poupamos ambos tempo e dinheiro.

Quem atende é quem constrói — não é um comercial, não é um chatbot.

Uma resposta, de um humano. Sem sequências, sem newsletter.